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AEVAL e FEAV juntas a fim de promover a vida e obra Flávio de Carvalho

Para viabilizar o projeto que cria o valor cultural sobre Flávio de Carvalho e dar maior visibilidade para ACESA Capuava, foi realizado um encontro na quarta-feira, 26, na sede da FEAV, Fórum das Entidades Assistenciais de Valinhos, que reuniu Rafael Di Falco Cossiello, presidente da AEVAL, juntamente com o coordenador da AEVAL Fernando Forgerini, Eliane Macari, presidente da FEAV e o diretor da ACESA, Denis Tordin.

A ideia é promover um evento na primeira quinzena de agosto, quando se comemora o aniversário do artista Flávio de Carvalho, nascido em 10 de agosto de 1899, portanto há 123 anos, com um café com empresários e um encontro com o cientista político, Antônio Lavareda.

O propósito de fazer o evento na Casa de Flávio de Carvalho é exatamente chamar atenção sobre o patrimônio da arquitetura moderna que existe em Valinhos, nesta casa construída na Fazenda Capuava pelo artista e engenheiro Flávio de Carvalho.

A concepção da casa foi produto da imaginação do artista, tentando criar uma maneira ideal de viver. A casa tem 600 m², projetada em 1929 e construída em 1930, utilizando principalmente concreto armado. A Casa passou por uma reforma em 1950, quando as varandas laterais foram aumentadas em três vezes a dimensão original.

O artista Flávio de Carvalho morreu em 1973 e sua casa foi o primeiro tombamento feito pelo Patrimônio Histórico em Valinhos em 1982.

Rafael Cossiello destaca: “Queremos reunir os empresários associados da AEVAL e mostrar o patrimônio que temos no município e a importância de Flávio de Carvalho como pintor, desenhista, arquiteto, cenógrafo, decorador, escritor, teatrólogo, engenheiro. Criar valor com esse projeto, de forma a engajar o valinhense nas atividades importantes do município, como Adoniran Barbosa que é um símbolo da cultura, o figo, símbolo na parte agrícola e Flávio de Carvalho, símbolo da arquitetura e inovação”.

“Vamos fazer esse café na casa construída por ele, um precursor da arquitetura moderna no Brasil e mais para frente transformar o local num grande museu para visitação e que possa gerar recursos para ACESA Capuava que está instalada no local, atendendo crianças com deficiência e autistas”, conclui Rafael Di Falco Cossiello.

Cada um dos participantes ficou responsável por buscar informações e contatos que vão viabilizar o evento.



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